quinta-feira, 29 de março de 2012

Psicologia do Desenvolvimento (Aula IV: Compelxos de Castração e Édipo)

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ
CENTRO DE EDUCAÇÃO
PROFESSORA: CAMILA GUIMARÃES



Nota de aula:
Complexos de Castração e Édipo.



Fase Oral:                                            

 “A boca enorme engole
E suga
E chupa até a raiz
Sente na garganta
Respira fundo
Língua aflita
Lambe.” (FARIA,1990)


Fase Anal:


   
“Pior que parar em porta de puteiro
É parar em cima de um bueiro
Eu não sei por que parei
Foi começando assim que eu me ferrei.”
(Keyla Boaventura e Kênya Boaventura)


“Eu não sabia seque que cidade era
aquela.[…]
E logo eu também estava
perdido.
Caminhei a esmo, era a
manhã de uma quarta-feira e eu podia
ver o oceano ao sul.[…]
A merda estava preste a escorrer
para fora de mim.
Segui em direção ao
mar.”
(Charles Bukowski)



Fase Genital:

“É o mesmo que antes
Ou que da outra vez
Ou da vez anterior a essa.
Eis um pau
E eis uma boceta
E eis um problema.
A cada vez
Você pensa
Bem eu aprendi desta vez.”
(Charles Bukowski)



Referência Bibliográfica:

BUKOWSKI, Charles. O amor é um cão dos diabos. Porto Alegre: L&PM, 2007.

FARIA, Álvaro Alves de. Lindas mulheres mortas. São Paulo: Traço, 1990.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Relações interpessoais ( Aula II - sexualidade e complexos de Édipo e castração)

Sexualidade humana é peversa polimofica.
Sexual é diferente de érotico, érotico que é o mesmo que genital. Logo sexualidade é o mesmo que desejo, linguagem e libido.

Descobertas de Freud:

  • A vida sexual existe na infância.
  • Sexual é diferente de genital.
  • Vida sexual é diferente de reprodução
  • Todo o corpo é sexualizado.
  • Amnésia infantil.
OBS: Para o Ser biológico passar a Ser Social é preciso o banho de linguagem, que venha recair sobre o sujeito a pulsão sexual, o desejo.
Zonas Erógenas:

  • 1º Oral : Boca - Sugar.
Peito - Mamadeira ( Objetos de amor)

  • 2º Anal:
Merda ( Objeto de amor)

  • 3º Falica:
Descoberta do genital.
Aqui ocorrem os complexos de Édipo e castração.
Falo é diferente de pênis.
Acontece a angustia da castração, ou seja, da perda.

Psicologia do Desenvolvimento (Aula III- História da Criança)

Roteiro de Estudo História da Criança:

Seguem perguntas com as principais questões do texto estudo em sala de aula. Para que vocês possam estudar. Caso depois alguém tenha alguma dúvida sobre o assunto, me envie por e-mail que respondo.

 

1.      Qual a tese fundamentada pelo autor sobre o conceito de criança?

2.      Qual era a visão sobre o que é ser criança, nas sociedades antigas?

3.      Como era visto o infanticídio ao longo dos séculos?

4.      Qual a relação entre a visão da sociedade sobre as crianças e os túmulos? Traga Ex de cada época mencionada pelo autor.

5.      Como era a educação da criança e jovem ao longo dos séculos e suas transformações?

6.      O que aconteceu na sociedade para se deixar de representar a alma como uma criança?

7.       Qual a importância do batizado na história da criança? Qual a diferença em batizados coletivos e individuais, e entre batizar logo ou tardiamente a criança?

8.      Nas antigas sociedades o que era ser jovem?



Texto: ARIES, Philippe. História Social da Criança e da Família. Rio de Janeiro: Zahar,1978. p-9-27.

Psicologia da Aprendizagem ( Aula III- Cognitiva)

Nota de Aula:
Abordagem Cognitiva:
¢Cognitivista é aquele que investiga os processos centrais do individuo, tais como: organização do conhecimento, processamento de informações, estilo de pensamento, comportamentos relativos à tomada de decisão.
¢Essa abordagem se propõe a estuda cientificamente a aprendizagem.
¢É uma abordagem interassionista.  
Homem e Mundo:
¢Homem e mundo são observados conjuntamente em suas relações. Aonde o conhecimento é produto da relação e interação entre homem e objeto.
¢Inteligência: forma de coordenação da ação a uma nova situação.
Sociedade e cultura:
¢Enquanto o homem caminha em prol de chegar ao raciocínio hipotético-dedutivo a sociedade caminha para a democracia, implica a deliberação comum e responsabilidade pelas regras que os indivíduos seguiram. 
¢Para uma democracia é preciso um respeito mutuo ao outro, característico da autonomia.
Conhecimento:
¢Conhecimento resultado da interação sujeito objeto. O conhecimento é ativo. Conhecer algo é agir sobre e o transformar.
ØPara a aquisição do conhecimento tem dois estágios:
¢Exógeno: repetição, constatação e copia.
¢Endógeno: relações de combinações.
Educação:
¢O processo educacional deve proporcionar situações desequilibradoras para o aluno.
Escola:
¢ Diretrizes da escola construtivista: trabalho de grupo, conseguir alto interesse pela tarefa (seja de fato desequilibradora) e diretividade seqüencial que façam a criança operacionalizar as informações se esforçando para encontrar um equilíbrio.
Ensino- aprendizagem:
¢O ensino é a organização dos dados da experiência, de forma a promover um nível almejado de aprendizagem.
Professor X Aluno:
¢O professor deve possibilitar um ambiente desafiador ao aluno, além de reciprocidade intelectual e cooperação
Avaliação:
 
¢A avaliação deve está implicada na teoria, ou seja, investigar quais processos o aluno realizou, como o fez, como anda seu esquema e desenvolvimento.
Referências:
¢MIZUKAMI, Maria das Graças. Ensino: as abordagens do processo.São Paulo: EPU, 1986. p . 59-84


Psicologia do desenvolvimento ( Aula II- Conceito de Adolescência)

Nota de Aula:
Adolescência uma construção sócio-histórica.


Adolescência, adolescencia, adolescence.
     Termos semelhante em varias línguas que denominam uma mesma significação. Contudo, ao longo dos séculos, observamos uma disparidade acerca do conceito como Levi e  Schmitt afirmam. 
Existe uma diferença semântica entre idade média e modernidade.
“Se o termo adolescência ocorre tanto em textos atuais, quanto em antigos, seu sentido já não é o mesmo.” (MATHEUS,2007. p23)
Origem da palavra:
Latim: adolescere.
significa crescer ou desenvolver.
Roma:
Poder em Roma sustentava-se  na autoridade patriarcal, tinha o pátrio poder sobres os integrantes da família.
Grécia:
Não havia um sinônimo pro termo em latim.  Temos o efebo.
Jovem em formação, cultuado pela beleza e valor futuro social.
Amado e Amante
Idade Média :
Duas culturas sagrado e profano:
Infância (primavera) infantia nascimento ate 7 anos, pueritia  dos 7 até os 14, adulescentia dos14 aos 21 e Juventus dos 21 aos 35 anos ( verão). Virilitas dos 35 aos 55  (outono) e senectus acima dos 55 (inverno).
Século XIX e XX:
Adolescência como crise.
Zeca Baleiro:
       "Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito
Não tem nem talvez ter feito
O que você me fez desapareça
Cresça e desapareça...
Não tem dó no peito
Não tem jeito
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito
Não foi nada
Eu não fiz nada disso
E você fez
Um Bicho de Sete Cabeças..."