sexta-feira, 15 de março de 2013

Psicologia do desenvolvimento II (aula II- conceito histórico da adolescência)


Nota de Aula:
Adolescência uma construção sócio-histórica.


Adolescência, adolescenciaadolescence.
     Termos semelhante em varias línguas que denominam uma mesma significação. Contudo, ao longo dos séculos, observamos uma disparidade acerca do conceito como Levi e  Schmitt afirmam. 
Existe uma diferença semântica entre idade média e modernidade.
“Se o termo adolescência ocorre tanto em textos atuais, quanto em antigos, seu sentido já não é o mesmo.” (MATHEUS,2007. p23)
Origem da palavra:
Latim: adolescere.
significa crescer ou desenvolver.
Roma:
Poder em Roma sustentava-se  na autoridade patriarcal, tinha o pátrio poder sobres os integrantes da família.
Grécia:
Não havia um sinônimo pro termo em latim.  Temos o efebo.
Jovem em formação, cultuado pela beleza e valor futuro social.
Amado e Amante
Idade Média :
Duas culturas sagrado e profano:
Infância (primavera) infantia nascimento ate 7 anos, pueritia  dos 7 até os 14, adulescentia dos14 aos 21 e Juventus dos 21 aos 35 anos ( verão). Virilitas dos 35 aos 55  (outono) e senectus acima dos 55 (inverno).
Século XIX e XX:
Adolescência como crise.
Zeca Baleiro:
       "Não dá pé
Não tem pé, nem cabeça
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem jeito mesmo
Não tem dó no peito
Não tem nem talvez ter feito
O que você me fez desapareça
Cresça e desapareça...
Não tem dó no peito
Não tem jeito
Não tem ninguém que mereça
Não tem coração que esqueça
Não tem pé, não tem cabeça
Não dá pé, não é direito
Não foi nada
Eu não fiz nada disso
E você fez
Um Bicho de Sete Cabeças..."

quarta-feira, 6 de março de 2013

Psicologia do desenvolvimento II ( Aula I- Teorias)



Nota de Aula:


¢Sistema coerente de conceitos logicamente co-relacionados que organizam uma pratica.

¢Teorias do Desenvolvimento humano, organizam as transformações do ser humano.
Três aspecto estudados nas teorias:


¢A importância do ambiente ou da hereditariedade.
¢Sujeito: Ativo- Passivo.
¢Desenvolvimento continuo ou em etapas. 

Mecanicismo:

¢Sujeito passivo.
¢Estímulos determina o homem.

Organismica:

¢Sujeito Ativo ( domina seu crescimento, controla estímulos)
¢Motivação interna em busca do crescimento.
¢Ambiente não causa desenvolvimento, mas pode agilizar.

Perspectiva psicanalítica: ( Freud)


¢Perturbações emocionais vem de traumas não exprimidos.
¢O desenvolvimento é psicosexual. Aqui se trata da maturação da personalidade.
¢Sujeito constantemente em relação com o Outro.
¢Sujeito ativo não é pré-determinado, porém o meio também é importante.
¢Fase de estruturação da personalidade e formação do EU : oral, anal, fálica. 

Erik Erikson:


¢Desenvolvimento psicossocial. Maior importância aos fatores sociais na relação que estrutura o Eu.
¢Discípulo de Freud.
¢Organiza essa estruturação ao longo da vida do ser humano em fases de crises. São oito estágios.
¢Crise---> momento de conflite entre dois pólos ambivalentes. Um positivo outro negativo.   

Perspectiva da Aprendizagem:

¢Comportamento observável.
¢Desenvolvimento é produto da aprendizagem.
¢Aprendizagem é uma modificação do comportamento com uma experiência ou adaptação ao meio.

Behaviorismo:

¢ Fundador Watson. ( metodológico)
¢Comportamento clássico:
¢S -> R
¢Skinner inovador com o Radical.
¢Comportamento operante:
¢S->C->R
¢Reforços : aumenta a freqüência de um comportamento.
¢Positivo. ( conseqüência positiva)
¢Negativo. ( retirada de estimulo aversivo)
¢Punição e extinção: diminui a freqüência de um comportamento
¢Extinção: retirada da conseqüência reforçadora.
¢Punição: apresenta um estimulo aversivo.

Sociocognitiva:

¢Fundador Bandura.
¢Outra perspectiva do comportamento. Existe o organismo.
¢Organismo ativo: cria e altera o ambiente.
¢Animal e homem diferentes.
  Aprende por imitação de modelos


Perspectiva humanista:

¢1950-60.
¢Maslow e Rogers.
¢Ser humano em constante transformação, livre e sem amarras, seja do meio ou de fantasmas inconscientes.
¢Homem vir-à-ser
¢Desenvolvimento ativo e continuo.
¢Importante valores, sentimentos e esperanças.


Perspectiva Cognitiva:

¢Preocupa-se com os processos de pensamentos e com o comportamento que reflete tais processos.
¢Principal ponto ao estágios cognitivos de Piaget.
¢A teoria construtivista vê o indivíduo como criador do seu próprio conhecimento, ao processar a informação obtida pela experiência.

Teoria dos Estágios Cognitivos de Jean Piaget:

¢Foco nos Processos mentais.
¢Seres ativos com seus impulsos internos atualizando seu esquema.
¢Desenvolvimento cognitivo como produto dos esforços das criança para atuar no mundo.
¢Método clínico: observação de crianças.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Psicologia do Desenvolvimento( Peça de Nelson Rodrigues)

Nelson Rodrigues, um grande escritor brasileiro, escreveu uma peça intitulada Perdoa-me por me traíres, que é classificada como uma tragédia carioca, que retrata a história de uma adolescente de dezesseis anos de classe média.  Glorinha era criada dês de criança pelo Tio Raul, irmão de seu pai, e por sua esposa Tia Odete, porém essa era uma louca que apenas murmurava algumas palavras. A moça acreditava que sua mãe tinha se suicidado, ela admirava o ato da mãe que partir enquanto era bela e cheia de vida em seu esplendor, com a morte de sua mãe seu pai enlouquecera e passara a viver em uma casa de repouso.  Sua melhor amiga era Nair, moça bonita, muito inteligente, namoradeira e moderna para a época.  Essa vivia cabulando a aula para ganhar dinheiro em um bordel de Madame Luba, que tinha uma casa só de adolescentes para políticos e pessoas ricas da sociedade carioca. 
Assim inicia a peça com Nair chamando Glorinha para conhecer Madame Luba, que o negocio é batata, que ela vai gostar. Glorinha se arruma toda e se diz muito curiosa e interessada em ir, porém no meio do caminho entra em pânico ao lembrar do Tio, ela diz que o tio nunca permitiria, que tinha de ir para casa, que o Tio só a deixa ir de casa para o colégio e nada mais. Que ela tem muito medo do tio, e se ele descobre, ela a matava. Nair diz que isso é bobagem que ninguém irá saber, a arrastando a casa da Madame Luba. Glorinha titubeia a aceitar a proposta de Madame, Nair a convence dizendo que aquele medo todo dela era mentirá, que no fundo ela queria:
Nair- Que máscara é essa?
Glorinha- Por quer Máscara?
Nair- Máscara sim senhora! (…) E aquela farra que nós fizemos, nós duas.
Glorinha- Sei lá de Farra!
Nair- No carnaval, esse que passou! Madame, fomos com uma turma ao apartamento de um cara. E lá, sabe como é: bebemos, pintamos o caneco. A Glorinha estava com uma fantasia sem alça em cima da pele! Veio um engraçadinho e , pela costas, te puxou o fecho ecler até embaixo. Ficou pelada, Madame.
Glorinha- Eu estava de pileque  Madame! Tanto que nem me lembrava. (…) Olha até agora não passei do beijo.  (RODRIGUES, 2003,p.786)

           
Algo interessante de retratar-se nessa peça são as vestimentas de Glorinha ,sempre de menina: com vestidos, sais rodadas. Ao início observasse o seu pudor e temor quanto a sua própria sexualidade, que aflora intensamente e ela nega sua existência, dessas pulsões que a assalta de rompante, mas Nair lhe apresenta esse desejo na sua cara, ela nega dizendo ser mentira da amiga. Nesse Tio de Glorinha encontramos todo um investimento libidinal, próprio da adolescência que re-edita esse complexo de Édipo, frente a essa figura paterna, tão desejada e repugnada pela culpa, devido a lei.
Logo em seguida chega o deputado, vizinho de Glorinha que deseja ter com ela, Madame Luba ameaça chamar o Tio da jovem se ela não encontra o deputado explicando que não vai ocorrer nada, e ela ganhará muito dinheiro. O deputado é DR. Jubileu um homem já idoso.  Ao fica sozinha com o deputado Glorinha entra em pânico, com aquele homem a agarrando, ela pede que ele a solte, ela a agarra com mais força e começa a berrar : “As duas modalidades de eletrização que podemos observar nos corpos correspondem às duas espécies de carga elétrica encontradas no átomo. (mudando de tom, num apelo soluçante) Não se mexa: fique assim!”(RODRIGUES,2003.p.789) Glorinha repele o deputado, em gritos de ira diz que quer ir embora, que ele é louco e sujo. Ele explica que o que ele fala é pura física que ela basta ficar quietinha enquanto ele fala. Ela não aceita. Então ele chama o funcionário de Madame Luba, Pola Negri para segurar a menina enquanto ele realiza suas fantasias sexuais. Ela fica totalmente presa enquanto, o Pola fica a repetir que ela adora o deputado, o deputado continua a repetir suas lamurias da física, até : “ Finalmente, o DR. Jubileu cai de joelhos, porque alcança o máximo da tensão. Assim de joelhos, mergulha o rosto nas duas mãos e tem um soluço interminável, grosso como um mugido.” (RODRIGUES,2003.p799). Nesse momento Glorinha é liberta que cai sobre uma cadeira em prantos.
Nessa cena é bem claro, esse encontro com o real do sexo, que é na verdade um desencontro traumático. Esse real paralisa Glorinha, essa se ver sem reação, tomada pela angustia, ela se debate contra essa cena, do buraco ao qual ela se ver frente à frente e não consegue simbolizar, representar. Esse real que se configura na imagem do deputado, tomado pelos efeitos do real no corpo da velhice, que está a se decompor, perdendo sua virilidade e vigor.
            Depois de Glorinha e Nair sair da casa de Madame Luba, Glorinha afirma que não ocorreu nada demais, mas que não sabe tem medo, muito medo, e sente o mesmo quando ta namorando, sente um terror dentro dela. Nair diz que ela tem medo é do tio, Glorinha afirma que sim que teme o tio, e que pensa nele em tudo que ela faz. Nair conta que está grávida, que tem de ir a um médico para tirar a criança, pede que a amiga a acompanhe. Glorinha diz que não pode por causa do tio, mas termina indo. Nair diz que tem medo de morrer sozinha, e que antes de morrer quer ser beijada, pedindo que Glorinha der esse beijo se ela for morrer. Durante o procedimento médico Nair perde muito sangue, diz estar fraca, grita que vai morre, Glorinha começa a chorar, e diz que tem de ir embora, o médico manda que ela vá embora, Nair suplica que ela fique e lhe beije. Glorinha grita qaunto sangue, num berro diz não me falem em morte e vai embora.
            Logo em seguida encontramos essa aproximação da sexualidade com a morte, dessa amiga que a convida a partilha esse prazer do além do principio do prazer, de se viabilizar por outra via que não a do desejo, mas desse gozo advindo da pulsão de morte. Porém frente a esse real novamente Glorinha foge dele, tenta escapar a todo custo. Buscando no Tio, essa lei que impossibilita esse gozo, colocando uma barra no campo do Outro.
            Ao final da peça, o Tio Raul descobre do aborto da amiga de Glorinha, e que essa tinha ido se encontrar com um Deputado em um bordel. Em meio a essa discussão ardente entre o tio e a sobrinha, esse diz que matou a mãe dela com veneno, e que todos pensam que ela se matou, mas é mentirá, ela a tinha matado pois ela tinha um amante, o traindo, e mesmo com um amante o rejeito, logo ele que a amava.  Ele diz que criou Glorinha para ser dele, mas que agora ela era imunda e devia morrer como a mãe. Ele pergunta se ela o odeio se tem nojo dele, a ameaçando para dizer que sim.
Tio Raul – Tu me odeias?
Glorinha – Não
Tio Raul – Não, odeias o assassino da tua mãe?
Glorinha – Não.
Tio Raul – Mentirosa.
Glorinha – Pois odeio, pronto odeio. (RODRIGUES,2003.p.819)

            Depois ela relata o ocorrido de Madame Luba, que tinha sentido nojo que ele era gagá. O tio diz que ela mente, então ela diz que tinha gostado que ele era novo, que parecia com o tio, era bonito e forte como ele, e falou em voz baixa que tinha pensado tanto no tio durante o incidente. Ao final o tio diz está satisfeito e pergunta a ela se ela não deseja dizer mais nada. Ela disse que só falou o que o tio mandou, mas a verdade é que o deputado era velho e tinha nojo dele, mas do tio ela gostava e não tinha nojo. Ela pede que antes de morrer que o tio a beije, ele beija sua testa ela pede que beije sua boca. Eles se beijam fortemente. O tio pergunta se o beijo foi só por medo para que ele não a mete. Porém Glorinha afirma que o ama, só a ele e sempre e que morrer com ele. Glorinha faz o tio tomar o veneno e faz de conta que tomou também. De repente ela passa a ver-lo como um velho, parecia com o deputado, ela tem nojo. Ela termina a peça correndo para sair da casa.
            Por meio desses diálogos podemos observar a questão da ambivalência do adolescente, frente a esse pai amado e odiado, do retorno do Édipo.  Porém agora o corpo biologicamente pode atuar o desejo edipiano, contudo devido ao recalque esse não se realiza, ocorrendo um deslocamento desse objeto de amor. Assim Glorinha ao seu modo efetua essa castração e resolução do complexo de Édipo, mesmo que essa tenha sido em uma passagem ao ato de matar esse pai.







terça-feira, 30 de outubro de 2012

Psicologia da Aprendizagem (Ato de ensino)

Ato de ensino: um entrelaçar entre psicanálise e educação.



            Ato, no paradigma da clínica psicanalítica, é o nome dado as intervenções do analista no processo de analise junto ao analisando. Quando fazemos esse elo entre psicanálise e educação, propomos buscar no ensino um ato, ou seja, fazer com que o sujeito (aluno) possa formular seu próprio saber, libertando-o do saber do Outro. A função do professore nessa abordagem não é apenas de repasse de informações, mas de construir um ato de ensino, com o qual possibilita ao seus alunos produzir um saber transformador e ético com seus desejos.

Segundo Sordi (2005), no campo psicanalítico a inteligência é definida não só apenas como uma capacidade de operar a realidade para auto-conservação, mas de criar uma realidade por meio dos seus próprios recursos: simbólico e imaginário. Assim o homem inteligente é aquele que tem compreensão de sua existência e vai a procura do seu próprio saber.

O sujeito:

Sujeito desejante, barrado, dividido.

O mundo:

*Três dimensões:

 real-simbolico-imaginario.

*Realidade do sujeito:

É eminentemente de linguagem e sexualizando. (simbólico e imaginário)



Ensino aprendizagem:

Ao inserir os conceitos psicanalíticos na educação acerca do inconsciente, coloca-se o pressuposto, no campo educativo, da existência de um saber que o Eu nada sabe do mesmo, ou seja, um saber que não pode ser controlado. Ou melhor, afirma-se que existe um saber que não se saber, mas se sabe.

Entre informar e transmitir existe uma grande diferença. Mendonça Filho (1998)

 coloca que ao contrario de informar, a transmissão não se prende a um saber consciente, assim transmissão não pode ser entendida como um diálogo que se realiza plenamente entre o educador e educando. Desse modo, na transmissão as palavras não só são a expressão do que desejamos passar para o outro, como também a impossibilidade do aluno as compreender em suas totalidades. O Eu não conhecer outra realidade que não sua realidade interna, formulada dentro de seu campo relacional, ou seja, “apreendido a totalidade do objeto não passa de uma ilusão do Eu.”( p. 79)

      Garcia (1998) afirma que o educador lida com transmissão do saber e o aluno movido pelo desejo de saber, uma vez que ele não tem o saber, coloca o professor na posição de suposto saber, recalcando a impossibilidade de plenitude do saber do mestre. Por meio desse desejo ocorre uma relação identificatória do aluno para o professor, ou seja, uma transferência.

      Professor x Aluno:

Freud (1976) afirma que a relação professor aluno é marcada pela ambivalência (amor/ódio). Sendo muitas vezes substitutivos dos seus primeiros objetos amorosos (os pais). Mendonça Filho (1998) ressalta que a identidade do professor parte de dois pressupostos: ideal e real. Logo o ensino assim parte da premícia da relação da imagem ideal do professor para com a limitação do homem real. Ser professor é uma função.

      Barros (2008) ressalta a importância de se foca nesse professor e seu desejo de sustentar esse lugar de educador. Assim como o aluno, o professor é um sujeito dividido e permeado por um fantasma.  

Educação:

No campo da educação se colocam árduos jogos de força entre amor e ódio, entre a produção, criação e a destruição. É permeada por jogos de poder existentes na relação junto ao saber e sua transmissão. Educação é ética, respeitosa para com o outro e sobre tudo coerente, não anulando as diferenças para se massificar e alienar em um todo coeso e igual.

Referência Bibliográfica:

BARROS, J. B.  Psicologia da educação : ensino- professor. Porto : Livpsic,2008

FREUD, S.  Além do princípio do prazer. Rio de Janeiro : Imago, 1976.

                    Algumas reflexões sobre a psicologia do escolar. Rio de Janeiro :Imago, 1976.

                    O ego e o Id.. Rio de Janeiro : Imago,1976.

LOPES, E. M. T. (org) A psicanálise escuta e educação. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.

MACIEL, M.R. Interface- Comunicação, Saúde, Educação v.9 n.17. Botucatu: MAR/AGO, 2005.

SORDI, R. O. A constituição da inteligência: uma abordagem psicanalítica. Psicologia: Reflexão e Crítica , 18. SET/DEZ de 2005.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Aula dia 03/010/2010 Desenvolvimento II

Caros Alunos infelizmente fui acometida de uma forta dor de cabeça, sendo impossível ministrar aulas hoje. Como combinando semana que vem não vai ter aula na segunda para vocês terminarem os trabalhos de vocês e na quarta feira irei receber os trabalho.

Passo para não fica batido o texto de hoje
vocês façam e entregem dia 11 a seguinte atividade por cada um dos grupos da sala.(na sala são 4 grupos)
qual é a perspectiva critica do autor Ozella sobre o conceito de adolescência.
 
Att,
Camila Guimarães
Duvidas questões entrem em contato por e-mail.